Em texto, Magno Martins, chama Anderson Ferreira de “mentiroso”, “pedante”, “exibicionista, midiático e vendedor de ilusões”

Escrito do jornalista mais parece um ataque pessoal ao gestor, e nem de longe lembra uma avaliação jornalística 

04/12/19 às 15:01 – Por Andros Silva 

anderson-magno

Anderson Ferreira e Magno Martins. Imagens/Reprodução

“Mentiroso”, “pedante”, “exibicionista, midiático e vendedor de ilusões”, essas foram as palavras usadas pelo jornalista Magno Martins no texto intitulado “Mitos de barros não se sustentam” publicado na manhã desta quarta-feira (04), em seu blog, ao falar sobre o atual prefeito de Jaboatão dos Guararapes Anderson Ferreira (PL).

Se a ideia do renomado colunista do jornal Folha de Pernambuco, era fazer uma avaliação jornalística sobre a pesquisa do Instituto Opinião, que mostrou a deputada Gleide Ângelo (PSB) aparecendo na frente, com percentuais três vezes a mais do que Anderson, 35% das intenções de voto contra 13,2% do Ferreira, o escrito ficou parecendo mais um ataque pessoal ao gestor.

Quem ler, fica com a sensação que o texto foi escrito por um opositor raivoso. A pergunta que fica é, porque tanta raiva? Eu hein! Abaixo reproduzimos o texto na íntegra!

Mitos de barros não se sustentam

Os números da pesquisa do Opinião (na postagem abaixo) sobre a eleição em Jaboatão, segundo maior colégio eleitoral do Estado, quebram mitos e viram inverdades em letra morta. A maior delas: a de que os Ferreira, liderados pelo prefeito midiático e exageradamente pedante Anderson Ferreira (PL), seria um castelo de engenharia política sólido para transpor o território pernambucano além da fronteira de Jaboatão.

Deu para perceber que nao é. É, na verdade, um castelo de areia, destruído num sopro de uma delegada, fenômeno eleitoral nas eleições de 2018, que nunca assumiu sequer a condição de pré-candidata a roubar a cadeira e a caneta do gestor exibicionista.

Mitos de barros, como santos que se quebram num descuido de séquitos em procissão, são fáceis de serem erguidos sob o artifício da mentira. Mas não resistem à luz da realidade e da verdade. Anderson posa de gestor moderno, diferenciado, um novo Eduardo Campos tupiniquim.

Tudo ensaio apropriado para um bom conto de ficção política. A avaliação da sua gestão, extremamente baixa, não deixa dúvidas. Quando uma obra de pedra e cal não existe, mentiras não se sustentam, têm pernas curtas como reza um velho ditado dos nossos avós.

A derrota anunciada dos Ferreira, grupo gerido no ventre do segmento evangélico, só não se converterá em sangue e chama ardente se a delegada Gleide Ângelo não se atirar como candidata. As chances dela não assumir a candidatura na hora certa se aproximam de zero. É candidatissima, com o apoio velado e entusiasmado do PSB e os arredores do Palácio das Princesas.

Não sou bom de conta, mas os especialistas em projeções aritméticas de voto chegarão a concluir, na ponta do lápis, que a distância que separa a delegada do prefeito vendedor de ilusões, segundo a pesquisa do Opinião, revelará uma surra eleitoral nunca vista na história da então dividida Jaboatão dos Guararapes.

A delegada virou um pesadelo para os Ferreira, a pedra drumondiana no meio do caminho que parece irremovivel. Mais tarde, quando o sol se pôr e o declínio bater à porta, o prefeito, dono de um belo e formidável castelo de areia, provará que a política é o fel que tira o mel do poder.

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