Entrevista com Alexandre da Costa Carvalho: Coordenador do I Fórum dos Conservadores do Nordeste

30/10/19 às 10:31 – Por Sidha Moitinho / Colunista Blog do Andros

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Sidha Moitinho e Alexandre da Costa. Foto: Paulo Belisário

Desta vez vamos mostrar a cor do coração de um homem, cujo fervor nos transporta para uma época distante, onde as pessoas em sua maioria eram sinceras e, queriam fazer as coisas certas… Tinham princípios e valores invioláveis… Amar a Deus, seu chão, a sua brava gente brasileira! O coração de Alexandre da Costa Carvalho é verde e amarelo, branco,  azul, anil… Ele fala do Brasil com amor, respeito, paixão e, também com a consciência de que todos nós, de norte a sul do País,  poderíamos estar em melhores condições, não fosse a face descarada dos políticos!

Infelizmente a maioria deles envergonha a ciência política desde seu nascimento e achincalha a democracia brasileira. Nossa pátria que apesar de ser uma mãe gentil, tem visto por séculos, seus filhos amados sendo  roubados pelos que sempre ocuparam o poder, da esquerda, da direita, do centrão… Por toda vida roubaram da nossa boca, o pão, das nossas mãos, a justiça e a igualdade… Posso dizer que também aprisionaram nossa liberdade, nos impedindo, por exemplo, a ter direitos mínimos como o saneamento básico.

E agora vemos a cara lavada desses ocupantes do poder pelo poder, agindo em conformidade com um mal muito maior, criando projetos de leis que dizem que os ladrões, os assassinos, os corruptos, os pedófilos, os incestuosos, e todo os tipos de perversidade contra a família, os bons costumes e a fé podem ser violados e que, os criminosos não podem ser punidos no rigor da lei e, um STF que está fazendo bolinha com nossa constituição.

Foi analisando este quadro da desconstrução da nação que o coração de Alexandre saltou no seu peito e disse a Deus: “Meu Deus, eu preciso fazer alguma coisa pelo meu País!” Em nossa cidade de Jaboatão dos Guararapes, por exemplo, muitos não tem seu pão sobre mesa e, quando tem uma mesa! Uma cidade rica que não passa de uma grande favela a mendigar! A maioria esmagadora dos seus cidadão vivem quase como miseráveis. Provem-nos o contrário e, ficaremos felizes por certo! Alexandre da Costa Carvalho é psicólogo, empresário da área alimentícia, e um pai de família que se revelou como um líder singular ao sair do anonimato, sem histórico político, com o objetivo de ajudar o gigante verde e amarelo a marchar.

É por essas e por outras, que tenho imenso prazer em apresentar para nossos queridos leitores esse homem inteligente, simpaticíssimo, elegante, generoso e, que apesar dos pesares ainda sonha com um Brasil melhor e, por este ideal se mantém firme lutando. Alexandre da Costa Carvalho é sim um homem pra lá de valente, guerreiro, ousado que como um bom soldado da sua pátria, acordou um dia e vestiu sua armadura verde e amarelo, tomou a palavra por sua espada e saiu a convocar outros soldados a lutar pelo nosso Brasil… Pela luta de um Brasil melhor, milhões de vozes uniram-se Brasil a fora…

Um exército forte e ativo foi se formando sobe a liderança de Alexandre entre outros líderes igualmente ousados. Debaixo do céu cor de anil, se viu tremular bandeiras verdes e amarelas… Era o povo exercendo sua soberania ao som do Hino Nacional. Todos queremos um Brasil de fato livre da corrupção e dos desmandos dos políticos sujos. Alexandre abriu seu coração e compartilhou com a gente como tudo começou… Ressaltando que sua força, garra, energia e coragem farão para sempre parte da história do Brasil. Se os livros de histórias por negligência não contar a história deste brasileiro esperançoso, ainda assim seus descendentes terão muito o que orgulhar dele, e adorar a Deus por ter saído dos lombos de um homem com princípios e valores estabelecidos pelo Criador.

Ninguém é o que é por acaso… Alexandre Carvalho teve em seu pai, o senhor Gilvan Carvalho um belo exemplo no qual mirou a vida toda. Um brilho de gratidão surgiu nos olhos dele ao falar do pai que lhe ensinou o real valor da honestidade, do respeito ao próximo e, do temor a Deus. Ele lembra das palavras do pai “Existe recompensas naturais para quem pratica honestidade.” Ainda com brilho no seu olhar, ele confessou ser um pai realizado por ter passado aos seus filhos os mesmos valores e princípios aprendidos com seu saudoso pai e com sua mãe, a senhora Minervina Carvalho.

Alexandre tem ao seu lado a esposa Erika Randau, que ele descreve orgulhosamente como sua companheira, cuidadora e defensora fervorosa dos animais de rua. Querido leitor, sempre é tempo pra gente aprender algo novo, por isso vem comigo… Tire das experiências de Alexandre o que você puder para seu crescimento como ser político e patriota que és… O Brasil precisa de você e da sua participação consciente. A vida não é rígida e, nós precisamos de flexibilidade pelo bem do Brasil e do povo brasileiro, bem como da nossa família e o nosso próprio bem estar. Vamos chutar nossa bolinha com Alexandre?

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Foto: Paulo Belisário

Sidha Moitinho: Quando você passou a suspeitar de que algo estranho estava acontecendo Brasil?

Alexandre da Costa:  Eu nunca votei no PT, eu nunca gostei da esquerda, até onde eu sei o sistema socialista, esquerdista, comunista, nunca deu certo em nenhum lugar do mundo, e é, sempre a população quem paga e sustenta os mandantes que normalmente se tornam ditadores. Então eu comecei a observar que o PT vinha num projeto de poder… Junto com informações que a gente via na imprensa, conversas e etc. O PT fez um projeto de poder pelo poder… Quando estava no governo Lula, você via as pessoas empolgadas… Lula pegou um País que estava organizado, e deu a sorte de pegar o mundo bem financeiramente, economicamente. O primeiro governo de Lula foi bom de uma forma geral, e as pessoas das diversas classes sociais se aproveitaram desse momento e, ninguém observou o que estava acontecendo no País. Todo mundo empolgado. Todo mundo comprando carro, trocando carro, financiamento fácil… E as pessoas se endividando. Estoura o caso do mensalão… E ali, despertei mais ainda… Que o projeto de poder estava implantado e ele caminhava a passos largos porque o Lula, cercado pelo o que existe de pior na política brasileira estava implantando todo sistema que foi idealizado pela esquerda.

SM: Qual o momento que este projeto de poder petista consolidou aos seus olhos?

AC: Isso começou a ampliar pelo Fórum de São Paulo, com o objetivo de levar isso para toda a América Latina. O primeiro presidente eleito pelo fórum de São Paulo foi Hugo Chaves na Venezuela. Vamos dar um passo mais largo… Veio a eleição de Dilma que era um escárnio, a mulher não tinha condições de ser nem síndica, meu Deus! Quanto mais presidente da República! Despreparada etc. Passou o primeiro governo Dilma que foi  uma desgraça para o País. A corrupção solta. Todas as autarquias, as empresas do governo, tudo já estava dominado pelo PT… Que tinha colocado sindicalistas, pessoas despreparadas para gerir, melhor, desviar o dinheiro público.

Sidha Moitinho: Como começou a sua atuação nos movimentos para tirar a Dilma do poder?

AC: Começou o movimento pela derrubada da Dilma… Entrei de cabeça! Começamos a participar ativamente nos movimentos sociais, na coordenação e na realização desses movimentos nas ruas. Fui raciocinando, refletindo de que… Meu Deus… Eu não posso esperar mais, eu tenho que fazer alguma coisa pelo meu País! A gente vive aqui, a gente ama o país, que é um país belíssimo, riquíssimo e alguma coisa a população tinha que fazer. Trabalhamos ativamente para mobilização das pessoas, para que elas adentrassem nos  movimentos e participassem das movimentações de rua. No governo Temer fizemos algumas manifestações também.

SM: Porque Bolsonaro e não outro opositor ao governo?

AC: Eu aguardei um pouco para ver quem eram os candidatos, suas propostas. Já com a certeza de que eu não votaria em nenhum candidato de esquerda. Então conheci Jair Bolsonaro. Passei a prestar bastante atenção nele e, vi que ele era o único candidato que falava a verdade sem preocupação com a demagogia, sem se preocupar em medir palavras ou em dizer palavras que fossem mais suaves aos ouvidos da população. Ele dizia a verdade nua e crua como deveria ser dita. Foi o primeiro candidato político que vi e ouvi falar da forma como ele falava. Então eu disse: “Esse é o meu candidato e eu vou lutar por ele”! À medida que se aproximava a eleição, a imprensa, a grande mídia e os candidatos opositores a ele, tentavam sujar sua imagem com mentiras, Fake News, falsidades, invenções… A minha intenção, a minha decisão, a minha solidificação para com Bolsonaro só fortalecia. Eu entrei de cabeça na eleição, organizamos marcha de famílias, carreatas, e várias outras manifestações nas ruas em apoio a Jair Bolsonaro.

“Eu nunca votei no PT, eu nunca gostei da esquerda, até onde eu sei o sistema socialista, esquerdista, comunista, nunca deu certo em nenhum lugar do mundo, e é, sempre a população quem paga e sustenta os mandantes que normalmente se tornam ditadores”

SM: Qual é sua verdadeira relação com O PSL?

AC: Não sou filiado ao PSL. Eu fui Trabalhar de graça como voluntário dentro do PSL, não pelo partido, mas por Jair Bolsonaro, porque este era o partido dele, então eu estava lá para trabalhar por ele. Trabalhei única e exclusivamente pelo Bolsonaro, eu não fiz campanha para nenhum deputado estadual ou federal, nada! Só para o presidente da República Jair Bolsonaro.

SM: Qual a imagem mais bonita que guardas destes dias?

AC: Veio à eleição e, foi uma coisa linda! A gente via as pessoas na rua de verde e amarelo. Voltou o patriotismo, voltou à brasilidade nas pessoas. Voltamos a cantar o Hino Nacional, a vestir o verde e o amarelo, a erguer a bandeira do Brasil, um negócio contagiante, emocionante! Certa vez, estava em cima de um trio elétrico e olhei para a  Avenida Boa Viagem… E era um mar de gente. Aquelas bandeiras tremulando, aí a gente tocou o Hino Nacional… Eu me emocionei muito! Foi um dos momentos mais lindo da campanha que eu tenha presenciado.

SM: O que você concluiu ao fim das eleições?

AC: O Homem ganhou e, eu já tinha consciência de que se o Haddad ganhasse, eu iria vender as minhas coisas para ir embora do Brasil. Graças a Deus isso não aconteceu. E quando eu dou graças a Deus, não estou apenas usando a expressão popular, não! Eu estou falando religiosamente, com fé. Graças a Deus que foi o Bolsonaro quem ganhou e, eu decidir com fé continuar no Brasil e a trabalhar para o governo Bolsonaro. Eu não tenho cargo no governo, não ganho dinheiro do governo para isso não!

SM: Como você explicaria esta decisão?

AC: Continuo ativo na defesa da reestruturação do País, da moralidade, da ética, do respeito à família, aos idosos, aos professores, as autoridades, quer dizer, é um resgatar de um comportamento cidadão, que infelizmente começou a ser destruído no Brasil, passo a passo pela esquerda canalha que tinha assumido o Poder por 30 anos.

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“Eu já tinha consciência de que se o Haddad ganhasse, eu iria vender as minhas coisas para ir embora do Brasil. Graças a Deus isso não aconteceu”. Foto: Paulo Belisário

SM: Dá para você enumerar ainda alguns danos causados no Brasil pela esquerda nestes trinta anos?

AC: O primeiro passo do comunismo é para desestruturar a família. Eles fizeram isso com maestria. Ninguém pode tirar a maestria desse feito da esquerda. Ainda sofremos muito com uma série de questões que eles jogaram no conceito social, como por exemplo, a arte deixou de ser arte para ser pornografia, famílias desestruturadas, adolescente perdido sem educação, sem cultura, perdidos mentalmente, apologia ao sexo, apologia as drogas… Não sou puritano, mas cada coisa no seu tempo certo. Você não pode querer que uma criança de 6, 7… 10 anos, comece a receber orientação sexual desvirtuada.

SM: Você continua ainda com o mesmo pensamento com o governo Bolsonaro?

AC: Continuo defendendo o governo Bolsonaro. Continuo participando de todos os atos em defesa do Brasil. Repetindo uma frase de Bolsonaro: “O meu partido é o Brasil”.

SM: O que você deseja fazer pela situação política do Brasil?

AC: Conscientizar a população sobre seu poder. Falar a verdade. Mostrar a manipulação política que destrói nossa sociedade. Defender a família como base estrutural da sociedade. Elaborar projetos de leis de proteção aos animais (tem muito coisa a fazer nessa área). Reduzir / eliminar uma série de impostos absurdos, exploradores da população.

siSidha Moitinho é uma baiana que cresceu em Brasília, apaixonada por Pernambuco, mora em Jaboatão dos Guararapes há mais de 18 anos, cidade que ama e pela qual luta. É comunicadora social, bacharel em teologia, pastora, cineasta, coordenadora literária e escritora. Sidha ama escrever para crianças, atualmente vem promovendo seu conto infantil ‘Paulinho e o Vento’.

Contato: sidha.moitinho@gmail.com

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