“Se João Paulo não for, Daniel Alves só não será o nosso candidato se ele não quiser”, diz presidente do PCdoB Municipal

19/07/19 às 12:46 – Por Andros Silva 

modene

Thiago Modenesi. Presidente do PCdoB Jaboatão. Foto: Reprodução

Que a pré-campanha, sutilmente, do vereador Daniel Alves rumo à Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes já começou, isso não resta dúvidas. Tanto que a assessoria do parlamentar já vem fazendo sua parte para tornar o nome do político do PCdoB forte e mais conhecido na cidade.

Uma das técnicas utilizadas, é bombardear as redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas com imagens do vereador mostrando problemas existentes no município, acompanhada sempre do slogan, “o próximo prefeito terá que resolver”, dando a entender, discretamente, que todas essas dificuldades apresentadas por eles mesmos, seriam resolvidas caso Alves venha a sentar na cadeira, hoje ocupada por Anderson Ferreira.

Mas a pré-candidatura ganhou forma mesmo, após a fala do presidente do PCdoB Municipal Thiago Modenesi (foto), em publicação no Blog do Roberto Santos. Ao blogueiro Modenesi disse que “Daniel Alves só não será candidato se ele não quiser”.

De acordo com Thiago, o único “empecilho” encontrado para Daniel não se lançar, seria se o ex-prefeito do Recife João Paulo, que migrou do PT para o PCdoB recentemente, resolvesse entrar na disputa para o Executivo em Jaboatão. “Se João Paulo não for o nosso candidato, até porque, na reunião da executiva estadual, todos os membros estão estimulando João Paulo para a disputa em Jaboatão, mas, se João Paulo não for, Daniel Alves só não será o nosso candidato se ele não quiser”, afirmou.

Opinião

Daniel é estratégico e mesmo ainda não dominando uma grande popularidade, conquistou alguns eleitores fiéis neste pouco mais de dois anos de seu primeiro mandato como vereador. Porém precisa tomar cuidado, a experiência ao se lançar a deputado estadual não foi muito boa, poucos votos foram registrados na urna em seu favor. Melhor faria se tentasse a reeleição, ganharia mais experiência e força política. Caso sua campanha para prefeito não seja composta por uma boa base, vai ficar sem o mandato. Sem atuação na Câmara, tudo que já foi conquistado, iria por água abaixo. Ah, se a deputada estadual Gleide Angelo entrar na briga, a polarização entre ela e o atual prefeito Anderson Ferreira, será inevitável. Ficando as outras campanhas com o papel de coadjuvante, ajudando apenas a gerar um possível segundo turno.

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