Anderson Ferreira será investigado pelo menistério público por suspeita de superfaturamento em aluguel do complexo administrativo

15/08/18 às 09:38 – Da Assessoria do G12 / Enviado para o Blog do Andros 

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Vereadores da oposição entraram com novo pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito. Foto: Divulgação

Com o intuito de investigar a contratação, sem licitação, do Centro Administrativo da Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes, o vereador e líder da bancada de oposição Daniel Alves, juntamente com os vereadores Vilmar da mudança, Tadeu, Robson do peixe, Dodô da chave, Ênio, Bira do Pop, Messinho, Márcio do Curado, Carlinhos da Carreta, Didinho e Toto entraram com um novo pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

Um suspeito superfaturamento no preço do aluguel do imóvel passou a ser investigado pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE). O contrato de aluguel foi firmado entre a Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes e a empresa Meireles LTDA.

As denúncias dos altos valores do aluguel do imóvel foram realizadas pelo vereador Daniel Alves, no dia 23 de agosto do ano passado. Relatório preliminar do Tribunal de Contas do Estado (TCE) cita prejuízo de 7 milhões de reais ao cofre do município, em um contrato no montante de R$ 20 milhões, por 48 meses de aluguel.

Os auditores do TCE querem a demonstração de economicidade na locação, tendo apontado possível “sobrepreço” no contrato. Segundo o relatório de auditoria, na folha 21, a “contratação com o valor de aluguel baseado em laudo com flagrantes irregularidades caracterizará dano ao erário”.

Na sua manifestação, o TCE diz que “a locação acima dos preços de mercado, pode gerar responsabilidade pessoal pelo ressarcimento” do prefeito. No MPPE, a promotora Ana Luiza Pereira abriu um procedimento para investigar a matéria (Autos 2017/2729991).

A promotora solicitou um laudo independente, por técnicos do próprio MPPE, para atestar o sobrepreço do aluguel. O MPPE já recebeu o compartilhamento dos documentos do TCE sobre o tema, incluindo o relatório preliminar de auditoria, que aponta um suposto prejuízo de 7 milhões de reais.

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